SOBRE MÚSICA

A linguagem musical se utiliza do que podemos chamar de sistema racional lógico perfeito. A estrutura desse sistema é composta por símbolos musicais, lógica e matemática. Quando estudamos música, combinamos diferentes sons, entendemos como se dão suas relações, identificamos padrões, dividimos tempos e compassos, etc. Em sua essência, o ensino musical é, também, uma forma de desenvolver o raciocínio lógico e matemático nas crianças.

 

Quando a criança quer aprender um determinado instrumento – e isso deve partir dela, e não dos pais – a disciplina e a organização surgem como elementos fundamentais para sua evolução. É necessário determinar uma rotina de estudo, organizar os horários, dividir o tempo dedicado à teoria e à prática, compreender os próximos desafios e entender que existe um caminho a ser percorrido. A dedicação da criança ao estudo da música, bem como a criação de rotinas e hábitos decorrentes dela, acaba influenciando positivamente todas as áreas de sua vida: o estudo acadêmico, a prática de esportes, a identificação de prioridades e até mesmo no planejamento de longo prazo.

Ritmos, melodias e letras sempre estão inseridos em uma cultura específica e vinculados à um contexto histórico. Logo, o estudo da música nos permite compreender essa cultura e esse momento. Através dela podemos absorver as características de uma sociedade, de um local ou de um movimento que se utilizou da música como forma de expressão. Encontramos aí uma relação direta com disciplinas como História, Geografia, Filosofia e as demais artes.

 

Nós somos Seres Musicais

O ser humano possui uma relação com o som em todas as fases da vida, do nascimento à melhor idade. Quando crianças, começamos a perceber e entender as diferenças entre as sonoridades, e as relacionamos com os diferentes elementos do mundo que nos cerca.

Porém, para que essa relação seja desenvolvida, é fundamental que a criança seja estimulada a conhecer a música de forma mais lúdica, mais orgânica, aproveitando a maior abertura a novos conhecimentos. Isso pode ser feito, por exemplo, através de brincadeiras que envolvam sons. Uma excelente alternativa é contar histórias e atrelar sons a personagens, cenários, situações, etc.

"A música pode fortalecer áreas cerebrais importantes nos primeiros anos de vida, quando a neuroplasticidade (capacidade do cérebro de modificar sua estrutura e função através de experiências anteriores) é maior, mas é preciso salientar que a plasticidade continua na fase adulta. Nunca é tarde para praticar música. Ao aprender a tocar um instrumento musical, por exemplo, estamos exercitando nossas habilidades mentais, refinando nossa capacidade de ouvir e desenvolvendo o controle motor fino, o que ajudará na firmeza de equilíbrio e na mobilidade. Ou seja, desenvolvendo essa nova habilidade, programaremos nosso cérebro para envelhecer em melhores condições."
 

 

A sensibilidade à música pode ser mais fundamental ao cérebro humano do que a percepção da fala. "Existem teorias segundo as quais a música é mais antiga do que a fala ou a linguagem. Há até quem sustente que a fala evoluiu a partir da música."
 

Um dos grandes benefícios do estudo de música é o desenvolvimento da reciprocidade, empatia e da tolerância.

Por desenvolver igualmente os dois hemisférios do cérebro, estudantes de música são mais sociáveis e capazes de desenvolver atividades coletivas com maestria.

A música é ou não é capaz de melhorar o mundo?

 

A música não apenas é processada no cérebro, mas afeta seu funcionamento: a experiência musical modifica estruturalmente o cérebro.

A música traz dinamismo ao desenvolvimento cerebral, o que não é um estado, mas um processo permanente de aprendizagem e busca de equilíbrio, abrangendo a capacidade de conhecer, conviver, crescer e humanizar-se com as várias dimensões da vida.

CURSOS OFERECIDOS

TECLADO

É um instrumento ideal para o aprendizado em qualquer faixa etária, devido a sua versatilidade de recursos.

Com seu aprendizado desenvolvido através do estudo de partituras, o instrumento abrange as propriedades de melodia, harmonia e ritmo de maneira destacadas, porém simultaneamente na execução de cada música.

Por essa características, é um instrumento ótimo para quem quer manter o seu primeiro contato com a música, abrindo uma ampla possibilidade de desenvolvimento do conhecimento musical, facilitador para o aprendizado de outros instrumentos.

Nas crianças favorece a  concentração, através do progresso das habilidades motoras, auxiliando no desenvolvimento da segurança e ampliação da organização cognitiva.

Em adultos restaura a concentração e o foco, equilibra a relação com espaço e desenvolve a sensibilização e o relaxamento.

 

VIOLÃO

É o instrumento da auto-expressão, desenvolvedor da oralidade e do ritmo.

Em sua forma popular (onde o aluno canta e toca o instrumento como seu acompanhamento), desenvolve a coordenação motora trabalhando harmonia, ritmo e melodia (através do canto) de formas simultâneas.

Em sua forma clássica (onde o aluno toca através da leitura de partitura) amplia a capacidade lógica e desenvolve a objetividade de raciocínio.

Indicado a partir dos 10 anos de idade, o violão é amplo desenvolvedor das capacidades ligadas à oralidade: empatia, desinibição, eloquência, fundamentais nos relacionamentos interpessoais.

 

VIOLINO

É o instrumento que amplia as capacidades da memória auditiva e desenvolve a capacidade cenestésica (a consciência que temos do próprio corpo, de sua posição, de seu movimento, de sua postura em relação ao mundo à sua volta e em relação as suas diversas partes e segmentos).

Sendo um instrumento estritamente melódico, aprimora sobremaneira a capacidade auditiva através da constituição da afinação de cada nota e toda construção da sonoridade, singular em cada violinista.

Com aprendizado indicado desde a fase da alfabetização infantil, é um instrumento ótimo no auxilio ao desenvolvimento da disciplina, observação, concentração e raciocínio lógico.

 

PIANO

É um instrumento para quem quer desenvolver e desafiar a coordenação motora, trabalhando não apenas movimentos distintos com as mãos, mas articulações, intensidades e ritmos diferenciados.

Desenvolve a capacidade cenestésica (a consciência que temos do próprio corpo, de sua posição, de seu movimento, de sua postura em relação ao mundo à sua volta e em relação as suas diversas partes e segmentos), aliada a agilidade e foco de raciocínio.

 

FLAUTA DOCE

É um instrumento que trabalha a respiração, o controle do ar, fundamental para a produção de uma boa qualidade sonora, auxiliando no controle da ansiedade e na retomada do foco, tão necessários em todas as idades.

 

TÉCNICA VOCAL

Que “quem canta seus males espanta”, todos já sabem, mas que cantar com frequência  auxilia, decididamente, na qualidade de vida de qualquer ser humano, poucos desconfiam.

Em seu aspecto lúdico, a técnica vocal tem a capacidade de trazer leveza para as dificuldades que todos temos de enfrentar no dia a dia, bem como acesso a um reservatório interno de força necessária para superá-los.

Inúmeros são os benefícios da técnica vocal para nossa saúde física e psíquica. Já está mais do que provado cientificamente que o ato de cantar provoca reações muito positivas no cérebro: diminui o estresse, melhora a coordenação motora, fortalece o sistema imunológico, reduz sintomas de depressão e ansiedade (males bem recorrentes na sociedade moderna) e ajuda a preservar a pressão expiratória em pessoas com doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

Porém, a prática inadequada pode trazer prejuízos sérios à saúde vocal, causando fendas nas cordas vocais e sendo necessário passar por um tratamento fonoaudiológico e, até mesmo, cirurgia.

 

UKULELÊ

É possível perceber, nos últimos tempos, uma grande explosão no interesse e na aquisição desse pequeno instrumento havaiano, de 4 cordinhas mágicas e som delicado. Existem muitas razões para a estudar o Ukulele que vão além da sua portabilidade ou de fazer sucesso na roda de amigos.

Muitas pessoas chegam ao ukulele depois de já tocarem outros instrumentos. Isso acontece especialmente com quem já toca violão, devido às semelhanças entre os dois instrumentos. Por causa disso, o ukulele passa ser um “pedaço do violão”, não um instrumento por si só. Acaba sendo sempre (ou quase sempre) um instrumento secundário.
Estudar Ukulele a fundo permitirá conhecê-lo como um instrumento completo em si mesmo, com características próprias, técnicas particulares, um repertório tradicional, entre outras coisas.

 

PERCEPÇÃO E INICIAÇÃO MUSICAL

Prática voltada para crianças entre 4 e 8 anos de idade, o curso pretende apresentar de forma lúdica o universo da música.

Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático.

A música, nessa fase, estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens , como a escrita e a oral. É como se tornássemos nosso “hardware” mais poderoso.

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